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Justiça

Pastores da Igreja Universal que teriam matado Lucas Terra vão à júri popular

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Pastores am juri popular, após assassinato de Lucas Terra

Após longos 18 anos, pastores da Igreja Universal suspeitos de serem cúmplices de um assassinato brutal vão à júri popular. Eles são acusados de colaborarem na morte do jovem Lucas Terra, no ano de 2001. O caso aconteceu na Bahia, onde três religiosos teriam cometido tal atrocidade. Eles atearam fogo no corpo, numa suspeita de tentativa de apagar indícios de violência sexual.

São três os suspeitos dos crimes, porém apenas o pastor Galiza foi condenado pelo assassinato. A Igreja Universal foi também condenada a pagar por danos morais à família do jovem Lucas Terra. À época dos acontecimentos tinha apenas 14 anos de idade. Seu corpo foi encontrado carbonizado, pela tentativa de destruição de provas pelo fogo que teria sido ateado ao cadáver.

O caso que chocou a comunidade evangélica aconteceu em 2001, na cidade de Salvador. Lucas, era um fiel freqüentador da instituição religiosa. De acordo com outros membros da instituição, Silvio Galiza; líder religioso; dormia com adolescentes. Em geral, isto acontecia dentro dos anexos do templo religioso.

Por conta do estado carbonizado com o qual o corpo de Lucas Terra foi encontrado, nunca foram encontrados indícios de violência sexual.

Porém, o pastor da Igreja Universal não teria agido sozinho; Joel Miranda e Fernando Aparecido da Silva o teriam auxiliado. Ambos, freqüentadores do mesmo templo. Fernando chegou a ficar detido em 2002, por conta de contradições em seu depoimento.

Os dois cúmplices receberam um habeas corpus em 2009 e foram inocentados por falta de provas em 2013. Porém, a família de Lucas Terra, pediu um recurso e em 2015 por unanimidade os dois teriam de ser julgados. Mas, a defesa dos suspeitos anulou o julgamento via STF, no final de 2018.

O pai do jovem morto dentro das dependências da Igreja Universal lutou para que os pastores fossem à júri popular. Porém, Carlos Terra, faleceu em fevereiro deste ano. E em recurso final; ficou decido que os religiosos enfrentarão a opinião pública nos tribunais. Eles são acusados de estupro, assassinato e destruição de provas ao atear fogo ao corpo de Lucas Terra. 



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Justiça

Igreja Deus é Amor (IPDA) entra em briga judicial por motivo surpreendente

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IPDA proíbe que se use o nome dela em outras denominações

Deus é Amor é o nome de uma das maiores Igrejas Pentecostais do Brasil. A IPDA reúne inúmeros fiéis que por algum motivo acabam se desvinculando da instituição. Alguns deles, acabam por formar novas denominações, e querem aproveitar o nome e a logo da antiga instituição. Mas, os líderes entraram em uma briga que promete ser judicial.

+ David Miranda Neto é flagrado de bermuda e aplica modo de vida proibido pela igreja

A Deus é Amor não aceita que novas igrejas usem seu nome e sua logo, nem ao menos semelhanças com esses. De acordo com as informações, os dirigentes já estão em ação contra os pastores que deixaram a instituição. Eles proíbem que qualquer letreiro semelhante, ou que contenham semelhanças com o letreiro da IPDA, seja utilizado. Para eles, isso pode acabar confundindo os fiéis.

Outra estratégia utilizada por esses dissidentes, é a de abrir novas instituições onde filiais haviam fechado antes. Nisto há um temor de que estas novas denominações, com doutrinas diferentes, acabem desvirtuando o significado da instituição. Ou seja, ao confundirem a nova instituição com as antigas, os fiéis podem atribuir que a Deus é Amor esteja mais liberal.

O mesmo processo aconteceu com outras denominações pentecostais ou de outras vertentes ao redor do Brasil. Usa-se uma expressão, "perdeu a força da marca", ou da placa para explicar sobre essa perda de membros.

Especialistas no assunto avaliam que a Igreja Deus é Amor, tenha perdido força, pois o missionário falecido não está mais impulsionando a todos.



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